Spcine Play hospeda mostra sobre Caetano Veloso no É Tudo Verdade 2021

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26ª edição do festival internacional de documentários acontece de forma virtual, de 8 a 18 de abril

Com o apoio da Spcine e de outras instituições, a 26ª edição do É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários, um dos eventos mais tradicionais do calendário audiovisual brasileiro, apresentou nesta terça-feira, 23, a seleção de filmes deste ano (veja abaixo).

A apresentação foi do diretor do festival, o jornalista Amir Labaki, e participaram da coletiva a diretora-presidente da Spcine, Viviane Ferreira, o diretor do Itaú Cultural (IC), Eduardo Saron, o diretor-geral do Canal Brasil, André Saddy, e o assistente de cinema do Sesc São Paulo, Rodrigo Gerace.

Durante sua fala de abertura, Amir Labaki, felicitou Viviane Ferreira pelo novo cargo na presidência da Spcine, lembrando o papel da empresa para o cenário brasileiro atual “são tempos muito bicudos, muito complicados e a gente precisa de lideranças fortes ajudando a impulsionar a produção, distribuição e exibição do cinema brasileiro”. O diretor do festival destacou os anos de parceria da Secretaria Municipal de Cultura e Spcine com o festival: “é uma honra contar com a Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, desde a primeira edição do É Tudo Verdade, entre os seus correalizadores e, também, com a Spcine.”

Viviane destacou a importância do festival dizendo que “é um dos eventos mais importantes e estruturantes da nossa existência”. E completou: “É uma honra e uma felicidade, em nome da Secretaria Municipal de Cultura, em nome da Spcine, poder estar junto, poder construir mais uma edição ao lado de vocês e obviamente declarar aqui a disponibilidade e a vontade de continuar fazendo história cotidianamente ao lado do É Tudo Verdade.”

A diretora-presidente enfatizou a importância do evento no momento atual, em que o mundo ainda sofre com os efeitos da pandemia: “Esse ano, mais uma vez nesse formato remoto, o festival ainda tem, sim, emocionado e impactado, e tem feito com que, desde o ano passado, a gente consiga se encontrar por meio das obras, dialogar sobre elas e acalentar a nossa existência e os nossos corações nesse momento tão difícil, tão delicado, que está todo mundo passando”.

Ao finalizar sua fala durante a coletiva, Viviane fez o convite sobre a mostra Caetano.doc, — programação especial sobre Caetano Veloso —, que estará disponível na Spcine Play (www.spcineplay.com.br) de 8 a 18 de abril com seis títulos que fazem parte da programação do É Tudo Verdade. Além deles, dois filmes da mostra em Homenagem a Ruy Guerra e um filme da mostra Estado das Coisas também estarão disponíveis na plataforma de streaming.

“Essa é uma conversa que a gente precisa fazer de maneira potente, no nosso setor, sobre o streaming público. A Spcine Play é a única plataforma de streaming público que existe no Brasil nesse momento.” Além da mostra, a Spcine vai elaborar uma masterclass em parceria com o festival, com a finalidade de criar um espaço de formação, troca e intercâmbio de conhecimento.

A 26ª edição do É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários será de 8 a 18 de abril e conta com patrocínio do Itaú, parceria do Sesc-SP e com o apoio cultural da Spcine, Itaú Cultural e Canal Brasil. Realização: Secretaria Municipal de Cultura da Cidade de São Paulo e Secretaria Especial de Cultura do Ministério do Turismo do Governo Federal.

Mostra Caetano.doc na Spcine Play

  • Canções do Exílio – A Labareda que Lambeu Tudo — Geneton Moraes Neto
  • Coração Vagabundo — Fernando Grostein Andrade
  • Torquato Neto – Todas as Histórias do Fim — Marcus Fernando e Eduardo Ades
  • O Sol, Caminhando Contra o Vento — Tetê Moraes e Martha Alencar
  • Uma Noite em 67 — Renato Terra e Ricardo Calil
  • Rogério Duarte, O Tropikaoslista — Walter Lima

Confira a programação de Festival

Sessão de Abertura – 08 de abril

  • Fuga (Flee) — Jonas Poher Rasmussen

Sessão de Encerramento – 18 de abril

  • A Última Floresta — Luiz Bolognesi

Filmes em Competição Longas e Médias-Metragens Brasileiros

Sete longas-metragens brasileiros em competição serão exibidos on-line ao público da 26ª edição do É Tudo Verdade, em sessões diárias.

Os links das exibições estarão disponíveis no website www.etudoverdade.com.br.

No dia seguinte de cada estreia em streaming, os diretores dos longas-metragens participam de um debate virtual, na plataforma on-line do festival.

  • Alvorada — Anna Muylaert e Lô Politi
  • Os Arrependidos — Armando Antenore e Ricardo Calil
  • Dois Tempos — Pablo Francischelli
  • Edna— Eryk Rocha
  • Máquina do Desejo – Os 60 Anos do Teatro Oficina — Lucas Weglinski e Joaquim Castro
  • Paulo César Pinheiro – Letra e Alma — Cleisson Vidal e Andrea Prates
  • Zimba, Joel Pizzini

Filmes em Competição Longas e Médias-Metragens Internacionais

Doze longas-metragens internacionais em competição serão exibidos on-line ao público da 26ª edição do É Tudo Verdade, em sessões diárias.

  • 9 Dias em Raqqa (9 Jours A Raqqa/ 9 Days in Raqqa) — Xavier de Lauzanne
  • Eu e o Líder da Seita (Aganai/ Me and the Cult Leader – A Modern Report on the Banality of Evil) — Atsushi Sakahara
  • Glória à Rainha (Glory to the Queen) — Tatia Skhirtladze
  • Céu (Gorbachev.Heaven) — Vitaly Mansky
  • História de um Olhar (Histoire d’un Regard/ Looking for Gilles Caron) — Mariana Otero
  • Leonie, Atriz e Espiã (Leonie, Actrice en Spionne/ Leonie, Actress and Spy) — Annette Apon
  • Mil Cortes (A Thousand Cuts) — Ramona S. Diaz
  • MLK/FBI (MLK/FBI) — Sam Pollard
  • Paraíso (Paradise) — Sérgio Tréfaut
  • Presidente (President) — Camilla Nielsson
  • Sob Total Controle (Totally Under Control) — Alex Gibney, Ophelia Harutyunyan e Suzanne Hillinger
  • Vicenta (Vicenta) — Dario Doria

Filmes em Competição Curtas-Metragens Brasileiros

Nove curtas-metragens brasileiros em competição serão exibidos on-line ao público da 26ª edição do É Tudo Verdade, em sessões diárias.

  • Cartas de Brasília — Larissa Leite
  • Coleção Preciosa — Rayssa Fernandes Coelho, Filipe Gama
  • João por Inez — Bebeto Abrantes
  • O Karaokê de Isadora — Thiago B. Mendonça
  • Review — Tyrell Spencer
  • Sem Título #7 Rara — Carlos Adriano
  • Ser Feliz no Vão — Lucas H. Rossi dos Santos
  • A Vida que eu Sonhava Ter — Eliane Scardovelli Pereira
  • Yãokwa: Imagem e Memória — Vincent Carelli, Rita Carelli

Filmes em Competição Curtas-Metragens Internacionais

Nove curtas-metragens internacionais, inéditos no Brasil, em competição, serão exibidos on-line ao público da 26ª edição do É Tudo Verdade, em sessões diárias.

  • Uma Cidade e uma Mulher (Une Ville Et Une Femme/ A City and a Woman) — Nicolas Khoury
  • E14 (E14) — Peiman Zekavat
  • A Montanha Lembra (Puede Una Montaña Recordar/ Can a mountain recall) — Delfina Carlota Vazquez
  • Um Pai que Você Nunca Teve (Dad You’ve Never Had) — Dominika Lapka
  • Num Piscar de Olhos (In the Blink of an Eye/ In Ictu Oculi) — Jorge Moneo Quintana
  • Projetando a Utopia (Tracing Utopia) — Catarina de Sousa & Nick Tyson
  • Quando o Mar Manda uma Floresta (长出森林 / When the Sea Sends Forth a Forest) — Guangli Liu
  • Sequência de Lacunas sem Nome (Untitled Sequence of Gaps) — Vika Kirchenbauer
  • Terapia Deepfake (Deepfake Therapy) — Roshan Nejal

Foco Latino Americano

  • Cantos de Repressão (Songs of Repression) — Marianne Hougen-Moraga, Estephan Wagner
  • Cinemas de Bairro (Cines de Video) — Wari Gálvez
  • Sexo e Revolução (Sexo y Revolución) — Ernesto Ardito

Sessões Especiais

  • Charlie Chaplin, o Gênio da Liberdade (Charlie Chaplin, le génie de la liberté) — Yves Jeuland
  • O Dissidente (The Dissident) — Bryan Fogel
  • Evento de TV (Television Event) — Jeff Daniels
  • O Monopólio da Violência (Un Pays Qui se Tient Sage) — David Dufresne
  • ZAPPA (ZAPPA) — Alex Winter

O Estados das Coisas

Mostra não-competitiva de documentários brasileiros e internacionais do É Tudo Verdade, dedicada a obras de viés informativo e jornalístico.

  • 2020 (2020) — Hernán Zin
  • Golpe de Ouro (The Golden Cup) — Chaim Litewski (Spcine Play)
  • Okinawa/Santos (Okinawa/Santos) — Yoju Matsubayashi
  • Paul Singer, uma Utopia Militante — Ugo Giorgetti
  • Tio Tommy – O Homem que Fundou a Newsweek — Loli Menezes

Marker 100

Mestre do cinema documental, o francês Chris Marker ganha uma retrospectiva com algumas de suas obras mais importantes, no ano de seu centenário.

  • Sem Sol (Sans Soleil) — Chris Marker
  • Carta da Sibéria (Lettre de Sibérie) — Chris Marker
  • A Solidão do Cantor (La Solitude du Chanteur de fond) — Chris Marker
  • Paris 1900 (Paris 1900) — Nicole Védrès
  • Chris Marker – Nunca se Explique, Nunca se Desculpe (Chris Marker – Never Explain, Never Complain) — Jean-Marie Barbe, Arnaud Lambert

Homenagem a Ruy Guerra

A 26ª edição do É Tudo Verdade faz uma homenagem a Ruy Guerra, no marco da celebração de seus 90 anos em agosto próximo. Além da mostra de filmes, Ruy Guerra ministrará uma Master Class on-line na plataforma SESC 24 de Maio.

  • Os Comprometidos – Actas de um processo de descolonização (1984) — Ruy Guerra (Spcine Play)
  • O Homem que Matou John Wayne (2017) — Bruno Laet, Diogo Oliveira (Spcine Play)
  • Mueda: Memória e Massacre (Mueda: Memory and Massacre) (1979/80) — Ruy Guerra

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